quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Entre Amores e Dores...


Desconheco a autoria deste texto que traduz como tenho me sentido nos ultimos dias.


Entre Amores e Dores...

É impossível dizer a alguém para não amar, para não sofrer, para não chorar, para escolher a quem vai amar. O coração não tem lógica, não tem juízo, se entrega e entre dores e amores vive... Quando o amor acaba, nos fechamos na dor, na solidão, até que a ferida sare, e mesmo com uma enorme cicatriz, recomeçamos o ciclo: novo amor, nova decepção, nova dor... Então, o que fazer?

Deixar de sentir, anular os sentimentos, calar a vida que teima em pulsar nas veias, o sangue a correr quente pelo corpo, levando a esperança por todos os poros, impulsionando a continuar? Ou simplesmente ignorar todas essas emoções, e vegetar numa redoma protegido de tudo, de todos, mas principalmente, protegido de si mesmo?

Temos poucas escolhas na vida: ou vivemos apegados ao ontem, ao passado, ou damos uma chance ao amanhã, ao futuro. Não existe terceira opção, estagnar, segurar o tempo no presente, é impossível. Ou paramos ou seguimos, e muitas vezes o presente não vale a pena segurar. Não existe "se" na vida prática, é sim ou não talvez nem pensar, "se" eu não fugisse, "se" eu não tivesse dito, "se" eu isto ou aquilo, "se" o caminho escolhido fosse o outro e não este não tem volta, destino traçado, ou ajudamos a traçar os nossos destinos?

Por que alguns conseguem outros não? Porque são mais corajosos, se arriscam mais, vão à luta sem medo e mesmo perdendo, não desanimam, enquanto outros se acovardam, ficam em pânico de tentar, abaixam a cabeça, encolhe os ombros medrosos, deixam que a vida os levem a mercê, como uma folha carregada pelo vento, isto é o que o destino quer, ou que nós deixamos que o destino queira?

Quantas vezes nós mesmos, não damos uma pequena "mãozinha" ao destino, as vezes erramos as vezes acertamos, num eterno jogo de ganhos e perdas, que nunca ninguém vai saber quem realmente ganhou ou perdeu, só aquele que viu a oportunidade de ser feliz e deixou escapar por medo ou covardia, vai saber de quem é a culpa: sua ou do destino? E mesmo assim ainda terá a dúvida, "se" não seria diferente, "se" tivesse tentado...

Então, não deixe que o medo faça com que você pare no tempo. Vá à luta!!!





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