terça-feira, 20 de abril de 2010

50 anos de Brasília

Brasília Brasis

2.000 acreanos,
9.000 alagoanos,
1.000 amapenses,
6.000 amazonenses
137.000 baianos,
5.000 catarinenses,
99.000 cearenses,
1 .154.000 brasilienses,
11.000 capixabas,
62.000 fluminenses,
19.000 gaúchos,
179.000 goianos,
122.000 maranhenses,
6.000 mato-grossenses,
3.000 sul-mato-grossenses,
212.000 mineiros,
16.000 paraenses,
15.000 paranaenses,
58.000 paraibanos,
48.000 paulistas,
43.000 pernambucanos,
124.000 piauienses,
24.000 potiguares,
3.000 rondonienses,
1.000 roraimenses,
5.000 sergipanos,
20.000 tocantinenses,
9.000 estrageiros.

Coisas de Brasilia x Céu de Brasilia




Hoje Brasília completa 50 anos. Sabe, eu gosto de Brasília, é uma cidade bacana, é uma cidade que acolheu e acolhe gente de todo lugar do Brasil, uma cidade bonita, planejada, que oferece boa qualidade de vida. A única queixa que tenho de Brasília, é que eu nao acho que seja uma cidade que aproxima as pessoas. Eu gostaria muito que eu estivesse errado, que eu me enganasse, mas eu acho que se eu morasse em qualquer outra cidade talvez estaria mais feliz, não me sentiria tão só. A gente sempre pensa que pode ser feliz em outro lugar. Enfim, eu gostaria muito de ser feliz aqui no Planalto Central. E para homenagear esta cidade que me acolheu desde os meus nove meses de idade, eu escolhi duas músicas na voz de Zélia Duncan que morou aqui. Ouçam as duas canções e viajem em mais uma aventura musical por Brasília.


Coisas de Brasília
Composição: Oswaldo Montenegro/Mongol
Vozes: Zélia Duncan e Oswaldo Montenegro




É que era frio e era claro
como a seca de Brasília
eu já não sei se amava ou sonhava
isso eu sei
você era mais loura no meu sonho
que em meu olho, eu sei
meu olho era escuro
pro teu sonho iluminar, eu sei
Era reto e projetado
como as linhas de Brasília
não diga o que eu já sei
eu penso que é mentira, eu sei
a nossa solidão é a do planeta
é quase a mesma, eu sei
atenda o telefone, ouça meu disco
ou saia pra jantar, eu sei
Minha canção era loucura
como a alma de Brasília
contorna, adoça, põe na boca o fel
da louca ilha eu sei
e é quase branca a minha angústia
eu não te amo porque amei
e quando te encontrar
vou perguntar o que valeu










Céu De Brasília

Zélia Duncan e Hamilton de Holanda ao vivo em Brasília
Composição: Toninho Horta/Fernando Brant



A cidade acalmou logo depois das dez
Nas janelas a fria luz da televisão divertindo as
famílias
Saio pela noite andando nas ruas
Lá vou eu pelo ar asas de avião
Me esquecendo da solidão da cidade grande
Do mundo dos homens num vôo maluco
Que eu vou inventando e vôo até ver nascer
O mato, o sol da manhã, as folhas, os rios, o azul

Beleza bonita de ver nada existe como o azul
Sem manchas do céu do Planalto Central
E o horizonte imenso aberto sugerindo mil direções
E eu nem quero saber se foi bebedeira louca ou lucidez.

Beleza bonita de ver nada existe como o azul
Sem manchas do céu do Planalto Central
E o horizonte imenso aberto sugerindo mil direções
E eu nem quero saber se foi bebedeira louca ou lucidez.









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